Operação Absolute Resolve: A Captura Cirúrgica de Nicolás Maduro
Como Forças Especiais Americanas Desmontaram o Regime Chavista em Menos de 40 Minutos?
Em 3 de janeiro de 2026, às 02:01 hora local de Caracas (06:01 UTC), os Estados Unidos executaram a Operação Absolute Resolve (ou Operação Determinación Absoluta), uma das ações militares mais precisas e controversas da história recente da América Latina. O objetivo: capturar o ditador Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, diretamente de um complexo militar fortificado na capital venezuelana. A operação durou aproximadamente 40 minutos na fase crítica de captura e extração, tornando-a uma das intervenções mais curtas já registradas.
Abaixo, reconstruímos o evento de forma técnica e cronológica, com base em relatos oficiais do Pentágono, declarações do presidente Donald Trump, análises de vídeos de testemunhas, reportagens da CNN, AP, BBC e Wikipedia, além de depoimentos de guardas venezuelanos e cubanos sobreviventes.
Contexto e Preparação (Meses Antes – 2025)
- Acusações formais: Maduro e Cilia Flores enfrentavam indiciamentos nos EUA desde 2020 por narcoterrorismo, importação de cocaína, posse de armas e conspiração. Em 2025, o governo Trump elevou a recompensa para US$ 25 milhões.
- Inteligência: Meses de vigilância por satélites, drones RQ-4 Global Hawk e agentes da DEA/CIA. O alvo principal era o complexo residencial/militar de Maduro em Caracas, protegido por centenas de guardas cubanos de elite (G2 cubano) e forças do SEBIN venezuelano.
- Forças envolvidas (estimativa consolidada): Cerca de 120-150 operadores de Tier-1 (principalmente Delta Force – 1º SFOD-D – com apoio de DEVGRU/SEAL Team 6 e 24º Special Tactics Squadron da Força Aérea). Apoio aéreo: esquadrões de F-35A Lightning II (supressão de defesas aéreas), helicópteros MH-60 Black Hawk modificados (stealth), MH-6 Little Bird e possivelmente V-22 Osprey para extração rápida. Drones de ataque Reaper e sistemas de guerra eletrônica.
Execução Passo a Passo (3 de janeiro de 2026)
- H-0 (02:01 VET – Início do ataque): Explosões simultâneas em quatro bases militares ao norte de Caracas. F-35A realizaram supressão de defesas aéreas (SEAD) com mísseis AGM-158 JASSM e bombas guiadas de precisão. Objetivo: cegar radares e sistemas antiaéreos S-300 e Tor-M1 venezuelanos. Duração dessa fase: 8 minutos.
- H+8 minutos (02:09): Infiltração terrestre e aérea. Equipe de assalto Delta Force (cerca de 40-50 operadores divididos em equipes de 8-10 homens) chegou em veículos stealth e helicópteros MH-60 em voo rasante. Uso de visão noturna de 4ª geração (PVS-31) e drones táticos Black Hornet para mapeamento em tempo real.
- H+12 minutos (02:13): Neutralização do perímetro externo. Relatos de guardas venezuelanos e cubanos descrevem o uso de uma arma sônica secreta apelidada por Trump de “The Discombobulator” (um sistema de energia dirigida – Directed Energy Weapon/DEW – ou arma acústica de pulso de alta potência).
Efeitos relatados (depoimentos diretos de sobreviventes):- Ondas sonoras de frequência ultra-baixa ou pulsos de radiofrequência causando “Havana Syndrome” intensificado.
- Vômito de sangue, sangramento nasal intenso, vertigem paralisante, incapacidade de ficar em pé ou segurar armas.
- Um guarda cubano relatou: “Foi como se o ar vibrasse dentro da cabeça. Caímos no chão, sangrando pelo nariz e boca. Não conseguíamos nem levantar a arma.”
A arma permitiu neutralizar mais de 100 guardas sem disparos em massa, minimizando baixas americanas.
- H+20 minutos (02:21): Invasão do complexo principal. Room-by-room clearing com rifles HK416 e MK18 equipados com supressores e munição subsônica. Maduro e Cilia Flores foram localizados em um bunker subterrâneo. Captura sem resistência física significativa graças ao efeito da arma sônica/DEW.
- H+32 minutos (02:33): Extração. Maduro e a esposa foram embarcados em helicópteros MH-60 e transferidos para o navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima (LHD-7) no Caribe. Voo total até Nova York: poucas horas.
- H+2 horas (04:21 EST): Presidente Trump anunciou no Truth Social: “Maduro e sua esposa foram capturados e estão fora da Venezuela.”
Total de baixas americanas: Zero. Baixas venezuelanas/cubanas: estimadas em mais de 100 (principalmente por combates secundários e efeitos da arma).
A Polêmica Arma DEW/Sônica – “The Discombobulator”
Trump confirmou publicamente o uso da arma em entrevistas à New York Post e NewsNation. Trata-se de um sistema classificado de energia dirigida (provavelmente baseado em tecnologia de micro-ondas ou ondas acústicas de alta potência, semelhante aos incidentes de Havana Syndrome).
Efeitos documentados:
- Incapacitação imediata (segundos).
- Sintomas neurológicos graves (vertigem, náusea extrema, hemorragia interna).
- Não letal em doses controladas, mas devastador contra pessoal desprotegido.
Especialistas em defesa confirmam que os EUA possuem protótipos de DEW desde os anos 2010; esta seria a primeira utilização operacional confirmada em grande escala.
Reações e Consequências Imediatas
- Venezuela: Delcy Rodríguez assumiu como presidente interina. Diosdado Cabello chamou de “ataque terrorista”.
- Internacional: China, Rússia, Cuba e Irã condenaram como “crime de agressão”. O Brasil de Lula emitiu nota protocolar de “preocupação”.
- Maduro e Cilia Flores: Transferidos para o Metropolitan Detention Center no Brooklyn. Primeira audiência em 5 de janeiro de 2026.
A Comparação Inevitável: Bolsonaro, Lula e o Eixo do Mal
Enquanto o governo Lula – amigo íntimo de Maduro, Cuba, Rússia, China e Irã – assistia calado ao cerco e à ditadura chavista (e ainda hoje defende “soberania” e “diálogo”), os Estados Unidos, com Donald Trump e a aliança que Jair Bolsonaro sempre defendeu, agiram com a rapidez e a eficiência que só uma nação livre e corajosa pode demonstrar.
Bolsonaro nunca teve medo de chamar Maduro de ditador, abriu as portas para milhões de refugiados venezuelanos e alinhou o Brasil ao Ocidente democrático. Lula, ao contrário, escolheu o eixo do mal: protege o regime que massacrou seu povo, bloqueia qualquer pressão real e agora é humilhado por uma operação que aconteceu “no quintal” de seus aliados.
A captura de Maduro não foi apenas uma vitória militar americana. Foi a prova viva de que, quando a direita conservadora e pró-liberdade está no poder em Washington, ditadores caem. Quando a esquerda petista está em Brasília, o Brasil vira espectador – ou pior, cúmplice passivo – da opressão.
A Operação Absolute Resolve entra para a história como exemplo de como força especial, tecnologia de ponta (incluindo a arma sônica/DEW) e decisão política firme conseguem o que o “diálogo” lulista jamais conseguiu: acabar com um dos maiores narcoditadores da América Latina.
O contribuinte brasileiro e o povo venezuelano sabem quem estava do lado certo da história. E a conta, mais uma vez, Lula não vai pagar.
