Desesperado, Agustin anuncia desconto de 90% nos “produtos Bolsonaro”.
“Oi! Tudo bem? Aqui é o Agustin. Estou te mandando esta mensagem porque acabei de liberar…” via Whatsapp e com vídeo, ele anuncia promoções agressivas – descontos de até 90% em séruns, perfumes, cosméticos e linha completa. A mensagem é clara: vendas despencaram após o backlash bolsonarista. Quem comprou o “perfume Bolsonaro” em 2024 agora boicota. O “liberou” é eufemismo para “estou afundando, preciso limpar estoque”. Faturamento em risco, reputação destruída entre o público que o fez rico.
A Traição de Agustin Fernandez: Do Perfume que Levou o Nome de Bolsonaro (Sem Lucro para Ele) ao Podcast de Abril de 2026 – Fatos, Falas Íntegras, Análise Comportamental e o Desespero dos 90% de Desconto
Em um episódio que expõe com clareza a ingratidão e a fragilidade de certas alianças no campo da direita brasileira, o maquiador e empresário uruguaio-brasileiro Agustin Fernandez (dono da marca Agustin Fernandez Beauty / Divo Beauty / AFBEAUTY, com milhões de seguidores) protagonizou uma sequência de fatos que merecem análise técnica, fria e baseada em datas, documentos públicos, relatos e comportamentos observados. Tudo começou com o generoso empréstimo do nome de Jair Messias Bolsonaro a uma linha de perfumes da marca de Agustin, sem qualquer ganho financeiro direto para o ex-presidente. Avançou para um podcast explosivo em 16 de abril de 2026, onde Agustin atacou a indicação de Jair Messias Bolsonaro, seu filho Flávio Bolsonaro e admitiu, na prática, que Lula venceria. Culminou, poucos dias depois, em 17 de abril de 2026, com um vídeo desesperado no canal de WhatsApp da marca anunciando descontos de até 90% nos produtos. Mostraremos os fatos cronológicos, as falas na íntegra, a análise comportamental do depoimento e o contexto de outras empresas que, ao enfrentarem ou traírem o legado de Bolsonaro e seus apoiadores, pagaram preço alto em faturamento, reputação ou sobrevida.
O Empréstimo do Nome: Março de 2024 – Bolsonaro Não Ganhou Nada, Agustin e Michelle Sim!
Em 7 de março de 2024, Agustin Fernandez anunciou, em seu Instagram oficial (agustinofficial), o lançamento de uma linha de perfumes com o nome de Jair Bolsonaro. O produto (Eau de Parfum) foi lançado oficialmente em 21 de março de 2024, data do aniversário do ex-presidente. Agustin escreveu, na íntegra:
“Hoje começa uma nova era, com a honra e o privilégio de termos assinado na nossa marca um perfume pelo homem que mais admiramos: Jair Bolsonaro”.
A embalagem era verde-amarela, e a marca Divo Beauty (ligada à Agustin Fernandez Beauty) explorou o capital político e emocional dos bolsonaristas. Em nenhuma reportagem, entrevista ou comunicado oficial (CartaCapital, R7, UOL, Poder360, entre outros, de março-abril/2024) há menção a qualquer royalty, participação nos lucros ou pagamento a Bolsonaro. O ex-presidente simplesmente “emprestou o nome”.
Quem lucrou? Agustin (vendas da marca) e, indiretamente, Michelle Bolsonaro, que já tinha sua própria linha “Lady M” e “MB” (Eau de Parfum MB, lançada anteriormente e promovida com ensaios dela).
Bolsonaro, como sempre, priorizou o movimento: cedeu imagem para fortalecer aliados sem ganhar um centavo. A loja Divo Beauty chegou a fechar temporariamente em 22 de abril de 2024 por causa de golpes que usavam o nome do perfume
Bolsonaro (Agustin admitiu publicamente que clientes foram lesados por sites falsos). Mesmo assim, a marca seguiu vendendo cosméticos e perfumes capitalizando o “efeito Bolsonaro”. Até 2026, Agustin mantinha milhões de seguidores graças a essa associação.
O Podcast IronTalks – 16 de Abril de 2026: A Facada nas Costas e as Falas na Íntegra
Quatro dias antes do vídeo de “desconto liberado”, em 16 de abril de 2026, Agustin foi entrevistado no podcast IronTalks (com Dr. Felipe Sestaro). O tema era a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026. Ali, o “amigo de Michelle” mostrou a verdadeira face.
Falas na íntegra (extraídas de reportagens do Jornal de Brasília, Varela Net, Claudio Dantas e Instagram verificados em 17-18/04/2026):
- Sobre Flávio: “Flávio é engessado, não conecta com a empregada, com o ambulante. O ego e a vaidade são maiores que a própria causa.”
- Sobre Michelle: “Michelle é a única que consegue herdar o capital político de [Jair] Bolsonaro e trazer eleitores de fora.”
- Sobre a eleição: “Para mim, essa eleição está perdida.” / “A gente tem que se fuder com mais um mandato do Lula, porque, para mim, essa eleição está perdida.”
- Sobre apoio a Flávio: “Não vou perder meu tempo sabendo que o Lula tem o Judiciário, a máquina e ainda tem carisma, a mídia, e consegue chegar em todo mundo.”
O recado foi cristalino: a indicação bolsonarista (Flávio) é tão ruim que ele prefere não apoiar. Ele desautorizou publicamente a estratégia da família Bolsonaro, priorizando sua narrativa pessoal. Isso, para milhões de patriotas que compraram o perfume “Bolsonaro” e sustentaram sua marca, foi traição pura.
Análise comportamental (técnica e observável no vídeo do podcast):
Agustin aparece visivelmente nervoso. Em momentos chave, especialmente quando fala da família Bolsonaro e da suposta “independência” de sua opinião, ele esconde parcialmente o rosto com a mão ou desvia o olhar, típico de quem sabe que está cruzando uma linha vermelha. O ponto mais revelador é quando ele afirma, de forma defensiva, que Michelle Bolsonaro não sabia que ele estava no podcast e não mandou ele falar nada. A frase (relatada por quem assistiu o episódio completo) soa exatamente como um “descolamento” preventivo: “Não foi ela quem me mandou, eu vim por conta própria”. Como se isso fosse crível. Agustin, que viveu anos colado à Michelle (viagens, eventos, lives, ensaios fotográficos), de repente “aparece” em um podcast atacando a indicação do líder Jair Messias Bolsonaro sem que a ex-primeira-dama soubesse?
O comportamento corporal denuncia: voz acelerada, pausas longas, tentativa de suavizar com elogios a Michelle (“evento sobrenatural na política”). É o clássico padrão de quem morde a mão que o alimentou e depois tenta dizer “não foi nada pessoal”. Nervosismo visível, suor, olhar fugidio, sinais clássicos de desconforto cognitivo quando se trai uma rede de lealdade construída desde 2021.3.
O Desespero Comercial: 17 de Abril de 2026 – Desconto de 90% Liberado no WhatsApp
Menos de 24 horas após o podcast (e “Ontem” em relação a 18/04/2026), Agustin grava e envia via canal oficial de WhatsApp da marca um vídeo oferecendo descontos de 90%.
“Oi! Tudo bem? Aqui é o Agustin. Estou te mandando esta mensagem porque acabei de liberar…”
No vídeo, ele anuncia promoções agressivas, descontos de até 90% em séruns, perfumes, cosméticos e linha completa. A mensagem é clara: vendas despencaram após o backlash bolsonarista. Quem comprou o “perfume Bolsonaro” em 2024 agora boicota. O “liberou” é eufemismo para “estou afundando, preciso limpar estoque”. Faturamento em risco, reputação destruída entre o público que o fez rico.
Empresas que agiram contra Bolsonaro, Seu Legado e Seus Apoiadores e Pagaram o Preço
Não é caso isolado. A história recente mostra padrão:
- 2021-2022 (período eleitoral): Marcas percebidas como alinhadas à esquerda ou críticas ao governo Bolsonaro (ex.: algumas linhas de cosméticos e varejo) enfrentaram boicotes massivos de consumidores bolsonaristas. Faturamento caiu em dois dígitos em trimestres específicos, com relatos de queda de 20-40% em vendas online para o público conservador.
- Casos de retratação pública: Empresas e influenciadores que atacaram o 8 de janeiro ou o legado de Bolsonaro viram-se obrigados a pedir desculpas ou “explicar” posições após perda de seguidores e vendas. Exemplos incluem celebridades e pequenas marcas de beleza que, após declarações anti-Bolsonaro, tiveram de reativar contas com “desculpas” ou promoções desesperadas semelhantes aos 90% de Agustin.
- Algumas que apostaram contra o eleitorado patriota (posicionamentos pró-Lula explícitos ou boicotes a produtos “bolsonaristas”) registraram despencada de faturamento no segmento de classe média conservadora. Relatórios de 2022-2024 mostram migração de consumidores para marcas “direita-friendly”.
O mercado brasileiro é impiedoso com quem ataca o maior líder popular da direita desde 2018. Agustin, que construiu império sobre o nome Bolsonaro sem que Bolsonaro ganhasse um real, agora colhe o que plantou.
A Verdadeira Lição para os Patriotas
Agustin Fernandez não é vítima. É beneficiário ingrato de um gesto generoso de Bolsonaro em março de 2024 (sem custo para o ex-presidente). Em 16 de abril de 2026 escolheu atacar a indicação de Jair Messias Bolsonaro, admitir a vitória de Lula e, no dia seguinte, 17 de abril, correr para o WhatsApp com 90% de desconto. O comportamento nervoso, o “Michelle não sabia”, as falas sobre ego e vaidade, tudo documentado.
Os fatos são implacáveis. O legado de Bolsonaro continua vivo nos corações dos patriotas. Quem trai, paga. Quem fica fiel, constrói. A marca Agustin Fernandez Beauty que aprenda: sem o povo bolsonarista, restam só os 90% de desconto e o vazio de quem vendeu a alma por um like a mais. Que sirva de alerta para todos os “amigos” de ocasião. O Brasil patriota não perdoa ingratidão.
