Eduardo, Allan e Outros Também Relataram Perseguição e Monitoramento pela PF

Eduardo, Allan e Outros Também Relataram Perseguição e Monitoramento pela PF

Relatos de Vigilância e Perseguição Política por Figuras Bolsonaristas

Mostraremos os principais relatos públicos de monitoramento, vigilância física ou perseguição institucional (atribuídos à PF ou ordens do STF) feitos por figuras bolsonaristas. Todos foram descredibilizados inicialmente pela mídia mainstream e esquerda como “paranoia”, “teoria da conspiração” ou “cooperação legal”. Após a detenção de Alexandre Ramagem de 13/04/20026 a 15/04/2026 e expulsão do delegado da PF Marcelo Ivo dos EUA, bolsonaristas reabriram o debate como prova de padrão de lawfare. Parte da direita não-bolsonarista permanece calada.

Monitoramento de Eduardo Bolsonaro e sua Família

17/18 de outubro de 2025, Texas (EUA)

  • Data exata: Ocorrência em 17/10/2025; divulgação em 18/10/2025.
  • Relato: Esposa Heloísa Bolsonaro e sogra avistaram carro preto com insulfilm estacionado em frente à casa por minutos. Dois homens de óculos escuros observavam e mexiam em celulares. Carro saiu em meia-volta. Eduardo publicou foto com placa e acionou polícia americana, classificando como possível vigilância da PF a mando de Moraes.
  • Descredibilização: Chamado de “delírio” e “carro espião falso” por mídia e opositores.

Allan dos Santos e a Perseguição Contínua

(2021–2026), pico em 24/09/2025 (Nova York)

  • Relato: Foragido desde 2021 por inquéritos das fake news/milícias digitais. Afirma vigilância constante via Interpol e PF. Em 24/09/2025 provocou agentes da PF em NY: “Ninguém quer me pegar”.
  • Descredibilização: Tratado como “foragido criminoso” e provocador, sem caráter político.

Ordem de Prisão de Flávia Magalhães, Naturalizada Americana

Início 2023 a fevereiro 2024 (Fort Lauderdale, EUA), reaberto em outubro 2025

  • Data exata principal: Postagem crítica em junho/2023; Bloqueio de conta e passaporte brasileiro (agosto/2023); Ordem de prisão preventiva por Moraes em 03/01/2024 (sem consulta ao MP); Ofício PF enviado em 08/01/2024 ao delegado Marcelo Ivo (oficial de ligação em Miami) para “vigiar e prender”.
  • Relato detalhado: Em 25/02/2024, durante manifestação em Fort Lauderdale (Flórida), organizadores alertaram Flávia sobre presença de agentes da PF. Um homem (vestido de marrom) rondava a barraca de água onde ela estava. Recomendaram que não discursasse. Advogado Paulo Faria (@drpaulofaria22) obteve ofício oficial da Coordenação-Geral de Cooperação Internacional da PF comprovando a ação em solo americano. Flávia (residente legal nos EUA desde 2002, cidadã americana desde 2012) mora em Pompano Beach com marido e filho (18 anos na época). Não conseguiu retornar ao Brasil para visitar família após bloqueio do passaporte brasileiro. Elon Musk ofereceu e financiou equipe de advogados americanos (reunião em Washington, outubro/2025).
  • Envolvimento familiar: Filho e marido não foram diretamente seguidos, mas o bloqueio do passaporte impediu visitas familiares ao Brasil.
  • Descredibilização: Estadao/Comprova (outubro/2025) chamou de “sem provas” e disse que trâmites foram legais. Professores da USP/UFF consultados afirmaram que não configurava violação.
  • Conexão com Ramagem: Mesmo delegado Marcelo Ivo (expulso dos EUA em abril/2026) atuou no monitoramento dela. Bolsonaristas usam como prova de “perseguição transnacional”.
  • Imagens posicionadas (retrato de Flávia, contexto da manifestação e documento):

Caso Ramagem (Alexandre Ramagem)

13 a 15 de abril de 2026

  • Relato: Detido pelo ICE em Orlando; PF coordenou monitoramento. Expulsão do delegado Marcelo Ivo (mesmo do caso Flávia Magalhães).
  • Descredibilização inicial: Operação Vigilância Aproximada tratada como investigação legítima de Abin paralela.

Os casos concentram-se em vigilância física nos EUA (Eduardo + família; Flávia Magalhães com agente PF rondando evento) e judicial/transnacional (Allan). Nenhum judicialmente comprovado como ilegal até agora, mas o caso Ramagem + expulsão de Marcelo Ivo (ligado diretamente a Flávia Magalhães) é o catalisador.

Fontes primárias: ofícios PF tornados públicos, entrevistas em Gazeta do Povo, Claudio Dantas, Revista Oeste e BBC.

E. Moreli

Patriota, bolsonarista, armamentista e cristão.

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